terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Texto Incompleto.

-Olá
-Oi, como cê tá?
-tava bem não, vontade de te ver.
-é, eu também, faz tempo né?! Sempre sinto sua ausência.
-É, bizarro.
-Sim, é bizarro.
-Gostosura estranha voltar.
-Sempre estou por aqui, o trilho é do lado é só mudar a alavanca.
-São essas suas certezas que me irritam.
-Que bom, tu faz noção o quanto que gosto de mexer contigo!
-Sim, e acho que estou começando a gostar também.
-Somos acostumados a gostar do que nos é familiar.
-Sim, e você está se tornando familiar.
-Eu sempre fui.
- Como um pai ausente, que depois de tempos volta para conhecer o filho.
- Talvez o filho tenha sido separado desse pai na maternidade e a volta aconteceu, como se andássemos na mesma rua e nos trombássemos, e tu gostou viu, está sempre revoltando.
-fala como se só eu gostasse.
-Opa, eu gosto também, já nos gostamos, em tempos remotos e irracionais.
-Esse tempo tem me visitado, porém agora racionalmente, e isso tem uma parcela de culpa na minha volta.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

O NOSSO infantil!

O NOSSO infantil!

Em uma balança de um parque, parque esse que oniricamente faz parte da vida de uma amiga, foi onde comecei a retornar aos acontecimentos da minha infância nesse lugar e a congregar essas preciosas e poderosas lembranças.

No começo foi um leve balançar, que foi se intensificando com o uso da minha força física e mental, lembranças foram me impulsionando a querer ir mais alto, logo, mais (pro)fundo, e o barulho constante pelo tempo de uso da balança foi me tomando, hoje com meu conhecimento alternativo (tipo, meu?!) posso afirmar se assemelhar a uma música da Bjork, e é impressionante como fazemos associações com o atual, no caso a música de Bjork se assemelha ao som da Balança, não é nem preciso divagar sobre que veio primeiro (ovo, galinha, ajudou?!), enfim, com o som fui entrando num transe, e com ele a companhia do medo da exibição, de escancarar o que estava lembrando, mas aos poucos a criança foi emergindo, não com toda sua potência, mas foi o bastante para que eu começasse a contar minhas experiências, sem muito as aumentar para ganhar a aprovação (um policiamento meu, para que eu não minta!), e mágico foi ver que minha amiga também estava na mesma atmosfera, iniciou-se ai uma congregação que a um tempo namorávamos, e que se depender da criança vai dar samba!

Fomos a Gangorra, um sobe e desce bem metafórico (hehe!) e de lá começamos uma conversa um tanto prática, sobre artefatos técnicos do que hoje nos cerca, o Teatro, Uma luz. Tobogã, escorregador, a quem vamos dirigir, dramaturgia, palco de madeira, pequenas apresentações, um processo nosso, Beatles, Arnaldo Antunes, Palavra Cantada. Tudo isso são prés, mas mutáveis e RITUALizados, senão seriam(ão) parativos ;).

VÊ(já)

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Podemos afastar as distâncias

Quando ESSA esperança parece ir embora

Chega aurora e nos dá um antigo despertar

O corpo se enche daquela energia

E outras músicas começo a cantar

Olho pra placa e nela vejo toi

Saio e onde vou avisto toi

Mas só avisto toi por não ter toi

Firme volto e leio toi

Cedo e seco a sua espera

Tu és e estás, mais feliz do que o habitual

O motivo? Dor incerta na certa!

Cuidado! Acho que estás a cristalizar (EU!)

Deixemos, amanhã é outro dia

Mas torça de verdade.

E o que falar se nem eu me conheço palavras!

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Hoje as fichas começam a cair e com elas caio também!
O peso a pesar em corpo, mente e alma e a esfinge esperando para entrar em ação, e para que isso ocorra é necessário que me aquiete, escute e sinta.
Coisas passam por mim, elementos, batuques, entidades, suicidas com seus suicidios, vozes a se doutrinarem.
O que será isso? A distância esfria a barriga, quando a mesma sente as borboletas que insistem em lembrar que agora pode ser pra valer (ou não!) e que para isso será preciso quebrara fronteiras, pois os preconceitos aparentam estarem se esvaindo, ou, talvez, eles nem exististem, ou, ainda, existem mas podem servir de pulso para cenas que com certeza virão (virá né?!).
Se podem eu posso, se realizam eu posso, se betem a porta eu também posso bater! No momento a luz parece ser bem tropical com uma pitadinha internacional, com um tempero cheiroso que hei de sentir após viradas (ou antes! assim espero!).
Enfim, que o codinome me aguarde por que eu tô chegando!

sábado, 26 de julho de 2008

Inicio!

Bom, depois de pensar bastante (pra variar!) cá estou eu em uma nova empreitada, relutei talvez pela "falta" de inspiração, ou talvez por medo de me expor, mas aqui vou eu, nessa tecnologia internáutica escrever e escrever.
O incio é um pouco complicado, e hoje é mais um dos dias em que não sei se farei um bom texto e blá, blá e blá, hehe! E para não parecer chato e para eu não me frustar pararei por aqui...

(esperem boas novas)